O mercado de música no Brasil cresceu 15,4% em 2018, segundo a IFPI, superando a média mundial de 9,7% no mesmo período, impulsionado pela adaptação aos streamings e pelo predomínio do sertanejo universitário.
Como cresceu o mercado de música no Brasil segundo a IFPI?
Segundo o relatório anual da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) de 2018, o mercado da música cresceu 9,7% no mundo. No Brasil, o número foi ainda maior: 15,4% de expansão.
| Escopo | Crescimento em 2018 |
|---|---|
| Mundial | 9,7% |
| Brasil | 15,4% |
É importante considerar que a indústria fonográfica passou por muitas mudanças e os artistas precisam se adaptar a elas para conseguir aproveitar as possibilidades oferecidas.
Quais são as novidades do mercado?
O mercado da música no Brasil tem revelado muitas personalidades que fazem sucesso pelo mundo todo, com crescimento de novos perfis e gêneros, o que pode ser percebido nas informações do relatório da IFPI.
Dentre as músicas mais ouvidas, se destacam aquelas de curta duração — até 3 minutos — com grande presença do estilo pop. No Brasil, um dos principais exportadores de artistas da América Latina, predomina o sertanejo universitário.
De acordo com a lista de artistas brasileiros mais ouvidos no Spotify na última década, estão:
- Jorge & Mateus
- Marília Mendonça
- Anitta
- Matheus & Kauan
- Entre outros
O que muda com os streamings?
Esse universo passa por flutuações características da adaptação às novas tecnologias e às diferentes formas de ouvir música. Depois da baixa causada pelos downloads e pela diminuição drástica da venda de discos físicos, os streamings se tornaram essenciais para a retomada do mercado.
A simplicidade de uso, aliada à possibilidade de conhecer músicas novas, organizar playlists e artistas, fez desse tipo de plataforma um grande destaque no meio musical. Essa estratégia foi essencial para retomar a monetização da música e driblar o problema da pirataria.
Por isso, quem deseja viver da música precisa se adaptar à tendência dos streamings. O que tem maior aceitação não é mais o CD completo e conceitual, mas o lançamento de singles, que ajudam a construir e manter os fãs. Isso permite a gravação profissional e também amadora, já que na maioria das plataformas qualquer pessoa ou banda pode se cadastrar e enviar seus áudios.
Como é o cenário brasileiro?
O Brasil apresentou crescimento no faturamento musical à frente da média internacional e ocupa a liderança na região, o que mostra boas oportunidades para investir em uma carreira, já que a expectativa é que esses números aumentem e o país continue lançando grandes talentos musicais.
Para fazer parte dessa indústria não é preciso se limitar à composição e execução. Existem muitas profissões relacionadas à música, que são promissoras e permitem trabalhar com aquilo que se ama.
As novas tecnologias têm renovado o mercado de música no Brasil, criando oportunidades de trabalho e revelando grandes talentos.
Perguntas frequentes
Quanto cresceu o mercado de música no Brasil em 2018?
Segundo o relatório da IFPI de 2018, o mercado brasileiro cresceu 15,4%, superando a média mundial de 9,7% no mesmo período.
Qual gênero musical predomina no mercado brasileiro?
O sertanejo universitário é o gênero predominante, sendo o Brasil um dos principais exportadores de artistas da América Latina.
Quais são os artistas brasileiros mais ouvidos no Spotify na última década?
De acordo com o texto, estão entre os mais ouvidos Jorge & Mateus, Marília Mendonça, Anitta e Matheus & Kauan, entre outros.
Como os streamings mudaram o mercado musical?
Os streamings substituíram os downloads e a venda de discos físicos, favorecendo o lançamento de singles em vez de álbuns completos. Isso ajudou a retomar a monetização da música e a driblar a pirataria.
É preciso ser cantor ou compositor para trabalhar com música?
Não. Existem muitas profissões relacionadas à música além da composição e execução, que também são promissoras para quem deseja atuar na área.









