Uma gig é um trabalho musical informal, montado na hora, sem repertório ensaiado previamente — diferente de um show tradicional, que é totalmente planejado com arranjo, arranjador, conceito e produto definidos.
O que caracteriza uma gig para um músico?
Uma gig é uma atividade profissional com um grau importante de informalidade, na qual o músico toca sem saber quem são seus pares ou sua banda. Ela ocorre com frequência em apresentações simples ou mais formais.
- Apresentação simples, como em bares
- Apresentação mais formal, como um casamento
Isso acontece porque a gig é considerada quando não há um repertório ensaiado e, mesmo assim, a apresentação é realizada. É mais como um improviso, usando parte das lições aprendidas no decorrer da carreira.
Como fazer uma gig como músico?
Fazer uma gig envolve estudar improvisação e acompanhamento, o que leva o músico a descobrir a harmonia e o arranjo tradicional. O objetivo é tocar ciente de que os problemas do início, meio e fim de cada música serão resolvidos.
Todas essas interações acontecem apenas no olhar e, até mesmo, em uma conversa informal com alguns amigos.
Qual a diferença entre gig e show?
A diferença está no grau de planejamento: um show segue tudo previamente definido, enquanto uma gig acontece de forma rápida, sem marcações prévias.
| Show | Gig |
|---|---|
| Trabalho totalmente ensaiado, com arranjo e arranjador, conceito e produto definidos, onde tudo está previsto | Apresentação de última hora, sem marcações prévias, feita a partir de improviso |
Gig, ou "guigar", é o termo adotado na comunicação musical para uma apresentação feita de última hora.
Por que músicos que improvisam com frequência acumulam mais gigs?
Um músico que sempre faz improvisos tende a ter um número muito maior de gigs ao longo da carreira. Isso acontece porque a prática constante desse tipo de apresentação aumenta a experiência do músico.
Músicos que praticam esse tipo de exibição com muita frequência, com certeza, apresentam uma experiência muito maior no momento de realizar uma gig.









